Mario Liani - Numerología Transpersonal - Las Enseñanzas de Kryon
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Canalizações 2005 - Transmutando o Poder da Grande Onda
 
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Última actualización: martes, 23 de agosto de 2011

© Mauricio Liani

O Grupo de Kryon é a denominação que Mario Liani utiliza

para canalizar a amorosa energia de Kryon, a qual não representa uma entidade isolada,

mas um grupo de consciências superiores de ascendência angelical,

que trabalha sem individualidades e com uma sincronia absoluta.

Kryon está sendo canalizado em vários idiomas por diferentes porta-vozes em todo o mundo.

Mario Liani canaliza Kryon na língua espanhola.

 

 

Transmutando o Poder da Grande Onda

Canalizado durante o dia 03-01-2005

 

© Bárbara ElíasQueridos Humanos

 

É tempo de refletir sobre o que aconteceu em diferentes países do continente asiático. No mundo foi produzida muita inquietação acerca do ocorrido e as suas implicações, o que gerou um grande tráfico de opiniões sobre isto, pois todos desejam saber o porquê...

 

Os nossos canais estão recebendo diversas perguntas acerca deste tema e nós decidimos dar, agora, uma mensagem através deste canal. A mensagem é apenas para fazer com que percebam o potencial de ensinamento que sempre está contido por trás de qualquer acontecimento que lhes envolva. Inquestionavelmente, este não é um acontecimento ordinário ou simplesmente pessoal, pois envolve a humanidade de uma forma muito profunda, já que não está circunscrito só à área geográfica onde se produziu. É mais, e dizemos que a área geográfica onde se produziu carrega uma importante mensagem que logo perceberão mais claramente.

 

Para recriar a energia do ensinamento que agora desejamos transmitir a todos vocês, usaremos a sua memória celular, ativando certas lembranças específicas que estão gravadas e que estão relacionadas com o tema que tratamos.

 

Conectem-se com estas imagens...

 

Era uma vez um povo estabelecido nas orlas do mar. Os nativos ganhavam a sua vida através da pesca e outras atividades menores, em harmonia com a terra que os nutria. As crianças jogavam felizes. As mães cantavam, enquanto faziam os seus serviços cotidianos. Os homens e os jovens regressavam assoviando, depois de uma jornada de pesca frutífera. As noites eram serenas e prazerosas, e o ar frio noturno permitia que as estrelas mais brilhantes fossem vistas, enquanto os homens invocavam o Espírito na orla da praia, sob a luz das fogueiras dos rituais.

 

Era assim, dia após dia.

 

Depois, durante uma noite, tudo mudou. Uma grande onda chegou do mar, varreu todo o povoado e penetrou terra adentro. Perderam-se vidas, semeaduras, ilusões e ganhou-se medo, muito medo.

Os homens, com as suas famílias, correram para as montanhas, procurando refúgio nas alturas. Ali, tiveram que iniciar novamente as suas vidas, mudar os seus hábitos de vida e o seu modo de subsistência. Assim, tudo mudou. Até os seus cantos e as suas lendas foram modificados... e, por fim, o medo fez com que todas as suas crenças fossem mudando em função daquilo que foi vivenciado naquele momento.

 

Passaram eones, eones de muitas gerações... e os filhos dos filhos dos filhos, mesmo que não lembrassem os acontecimentos narrados nestas lendas antigas, guardam na sua memória celular a lembrança do drama e do medo atávico da grande onda e de tudo o que este acontecimento significou nas suas vidas.

 

Os filhos dos filhos estão agora espalhados por todo o planeta. Não estão ancorados em um específico grupo social ou familiar, não pertencem a uma única região geográfica. Os filhos dos filhos são os descendentes deste povo que teve que perecer para que, da semente preciosa, renascesse a raça que agora povoa esta Terra.

 

Estes descendentes guardam na sua memória celular a lembrança de uma tragédia que lhes dizimou sem estabelecer prazos. Foi de repente. Na sua memória celular, guardam o estupor do acontecimento, pois, na sua inocência, na inocência da vida sã que levavam, nunca esperavam que a Mãe Terra lhes “castigasse” desta forma. Eles pensavam que não mereciam tal “castigo”.

 

Mas eles não tinham muita consciência de que havia pessoas de outros lugares que também sofreram as conseqüências desta tragédia. Os outros não levavam uma vida equilibrada com a Mãe Terra. Os outros não semeavam, não cantavam, não abriam os seus corações para a comunicação invisível. Viviam, apenas, para aproveitar a experiência do Ego, pois não praticavam a partilha com outros seres, nem com a Terra que lhes sustentava.

 

Muitos deles, ainda que nem todos, também foram surpreendidos, e os que conseguiram escapar fugiram para as partes altas, procurando sobreviver, a fim de que a Terra, posteriormente, pudesse ser repovoada com os seus descendentes.

 

Eles também, os filhos dos seus filhos, estão aqui entre vocês, misturados, juntos uns com os outros, sem diferenças. Uns e outros guardam na sua memória celular a lembrança de um evento surpreendente que lhes dizimou e que lhes obrigou a fugir, prisioneiros do medo... do medo de perecer.

 

Os descendentes de ambos os grupos se misturaram entre si, e agora os seus descendentes são portadores do que poderia ser definido como uma mistura indefinida de quase-lembranças em relação ao que foi vivenciado. Esta mistura de lembranças inconscientes começou a se agitar dentro deles e ativou, junto com esta lembrança, a potencialidade do despertar espiritual.

 

Estas quase-lembranças não são, na verdade, pessoais. São lembranças ancestrais de uma humanidade que precisou enfrentar esta situação e que precisou se recompor, lembranças que são ativadas novamente, dramaticamente, por causa dos eventos similares que ocorreram na região asiática, que alguns de vocês, indiretamente, testemunharam, e outros tiveram que enfrentar.

 

Enfoquem novamente a imagem e atualizem-na para a sua época...

 

Tudo aconteceu da mesma forma, surpreendentemente. Em alguns lugares, as crianças corriam e brincavam enquanto as mães cantavam alegremente. Em outros lugares, as pessoas pescavam ou ganhavam dificilmente a sua sobrevivência. Outros foram surpreendidos dentro da relativa segurança dos seus lares. São outros tempos, mas a situação foi a mesma. A onda chegou de surpresa, sem avisar.

 

Será difícil esquecer estes momentos. Aqueles que presenciaram e que sobreviveram, uma verdadeira minoria, dificilmente esquecerão, pois além de ter que carregar estas lembranças, também terão que conviver com a ativação inconsciente das outras quase-lembranças, que são seminais e genéticas pois, ao estarem alojadas no campo magnético do seu DNA, ressoam com o campo magnético da Terra.

 

Mas, a grande maioria de vocês que não precisou experimentar diretamente o impacto do acontecimento, também foi atingida por sua energia e, por isto, estas lembranças ancestrais também foram ativadas. Sem saber como, vocês, agora, “lembram” e, agora, temem...

 

A grande onda que varreu esta antiga civilização terrestre, simbolizada pela imagem do povoado de pescadores, não é comparável em tamanho com a onda “tsunami”, de menor magnitude, que afetou várias populações asiáticas. Entretanto, o ensinamento que o Grupo de Kryon apresenta hoje está no paralelismo dos eventos.

 

Ainda existe um desequilíbrio na Terra que deve ser corrigido por todos vocês. Esta falta de equilíbrio, que foi provocada por muitos, afeta a todos, mas, principalmente, as minorias que, talvez, não são partícipes diretos deste desequilíbrio.

 

Analisem o seguinte: a grande onda afetou, na sua maioria, povoados que estão ancestralmente mais conectados com a Mãe Terra. Observem, como quase sempre parece acontecer em um fenômeno natural desta índole, que a população que mais sofreu todo o impacto do evento é aquela que aparenta ser a mais simples, a mais humilde ou, simplesmente, a mais desprovida.

 

Alguns de vocês dirão: “Kryon, por que acontece assim? Por que, ao invés de se perderem tantas vidas de inocentes nativos que vivem em harmonia com Gaia, este tipo de acontecimento não ocorre em outras regiões do planeta, onde os seus habitantes não praticam a conexão com a Mãe Terra? Por que Deus não castiga aqueles que vivem em constante desequilíbrio, ao invés de castigar inocentes massivamente?”.

 

Queridos, Kryon deseja que vocês vejam além das aparências e percebam o que simboliza este acontecimento: é uma recordação para a humanidade, é uma clara advertência para elevar a consciência e para subir a vibração do planeta, de tal forma que todos possam exorcizar e desviar os potenciais que poderiam estar se estruturando, se continuasse sendo produzido o desequilíbrio ambiental e espiritual.

 

Os países que vocês chamam de “primeiro mundo” são os que agora detém o poder, pois controlam economias que geram políticas internas e externas. Os seus governantes poderiam fazer muito pela elevação planetária, ao propor uma mudança de estruturas e paradigmas. Seria uma minoria (com um grande peso específico) que poderia fazer muito a favor de uma maioria (com pouco peso específico).

 

As consciências destes países, daqueles que procuram pautar e estabelecer como devem ser as políticas dos seus vizinhos, representam o extremo oposto das minorias, dos “poucos” em comparação com os “muitos”, que pereceram para ajudar a elevar a consciência e para chamar a atenção dos muitos sobre a necessidade de elevar a vibração.

 

Por outro lado, na zona que vocês chamam de asiática, requeria-se que fosse produzida uma renovação humana a nível massivo, a fim de contribuir para elevar a vibração desta zona do planeta. Uma injeção de almas com potenciais espirituais renovados, que podem estar mais bem preparadas para a tarefa que se aproxima, pois todas as novas entidades que voltam para a Terra regressam com um potencial espiritual mais elevado, em consonância com a necessidade de elevar maiores níveis de consciência em uma escala planetária maior.

 

Nesta região da Ásia era necessário que alguns partissem para favorecer a chegada de outros.

 

Acreditem ou não, queridos Humanos, dizemos que há regozijo do Outro Lado do Véu, por esta partida massiva (para vocês), por esta chegada massiva (para nós). Deste lado há comemoração e regozijo, pois todos eles cumpriram e regressaram para se preparar e voltar novamente. E regressarão no momento em que mais será necessário, pois vão fazer parte de uma humanidade que terá crescido em todos os níveis, principalmente no nível espiritual.

 

Nós estamos muito conscientes de que vocês não poderão entender tudo isto, pois estão surpresos com sentimentos de impotência e de dor pelas perdas humanas sofridas. Somos Família e nos unimos aos seus sentimentos, mas comemorando e honrando, de forma interdimensional, pois os sentimentos de compaixão que despertaram em uníssono, fazem aparecer uma empatia global necessária para elevar a consciência, graças à união de propósitos e de sentimentos sobre uma causa comum.

 

Entretanto, também pedimos que procurem usar a visão interdimensional que estamos ensinando há vários anos. Olhem este acontecimento como uma destas operações de limpeza e cura que falamos há anos, sendo que, graças a elas, procura-se equilibrar ou reforçar áreas do planeta que estão em desequilíbrio no nível da consciência. Graças à partida das entidades que pereceram no acontecimento, esta zona asiática será revitalizada com milhares, literalmente milhares de entidades, que estarão prontas para reconhecer e assumir, no momento preciso, o seu potencial espiritual como anjos humanos. Amanhã milhares despertarão, todos juntos, em uníssono, de uma só vez. Imaginaram o potencial? Milhares vão de um só golpe, em um instante, mas isto também significa que milhares despertarão em um só instante, e o seu despertar produzirá a massa crítica que esta região vai precisar para o seu despertar e, principalmente, como uma importante contribuição a favor do equilíbrio planetário e da elevação da consciência do planeta.

 

Portanto, queridos, como podem ver, ao redor do acontecimento do continente asiático há muitos potenciais em ação: a lembrança seminal da destruição de uma antiga civilização; o alerta planetário que gera o acontecimento por causa do medo de que aconteça a mesma coisa agora; a conseqüente aquisição de consciência para evitar que isto aconteça de novo, através do medo real e da lembrança ancestral para a ativação de um potencial de desenvolvimento espiritual; a revitalização de uma zona do planeta que precisava ser renovada.

 

É tempo de reflexão. Reflitam sobre o que aconteceu, perguntem-se o que podem fazer para ancorar a sua energia para a energia do lugar onde vivem. Estabeleçam um invólucro de harmonia em todos os níveis e, principalmente, procurem conectar-se com a energia da terra. Comecem a trabalhar a horta da vida. Cavem, preparem, adubem a terra e semeiem o que desejam para si. Semeiem os potenciais do amanhã, pois o amanhã é também o hoje, e a colheita dependerá do agora que vocês semeiam. Alimentem-se das suas próprias criações, mas também semeiem para os demais, pois os demais, talvez em algum momento, precisem daquilo que a sua horta vai produzir. Se a sua horta for criada com propósito e intenção, será fonte de regozijo, alegria e de inspiração para os demais.

 

E quando a tsunami passar por cima das suas cabeças, se chegar a passar, é muito provável que a sua horta fique intacta, pois será necessário, justamente, que permaneça de pé para que vocês possam alimentar aqueles que perderam as suas.

 

Queridos, esta é a mensagem que há por trás do acontecimento. Procurem ler as entrelinhas e entrem em ação agora mesmo, pois vocês, mesmo que ainda tenham o poder de gerar uma tsunami nas suas vidas, possuem, também, o poder de desarmá-la ou, simplesmente, de transmutá-la.

 

O Grupo de Kryon, através deste canal, abraça-os interdimensionalmente e lhes diz que, na interdimensionalidade, não há despedidas, pois sempre estamos com vocês, ainda que não percebam.

 

Portanto, o Grupo de Kryon continua aqui...

 

Kryon

Canalizado por Mario Liani

 

Há plena e total autorização para fazer circular livremente o texto acima impresso ("Transmutando o Poder da Grande Onda" - Kryon canalizado por Mario Liani - 03-01-2005), sempre que seja enviado ou publicado integralmente, sem edição e com os respectivos créditos de autoria. Lembramos amavelmente que o único interesse perseguido com a divulgação pública deste e de outros textos similares é a transmissão de conhecimento e a elevação da consciência. Portanto, não se autoriza a divulgação do texto citado para fins meramente econômicos sem consulta prévia ao canalizador.

 

Traducción del español al portugués de Brasil:

Ana Cristina Moraes Warpechowski - awarp@terra.com.br

 

Revisión y edición:

Ana Rachel Salgado - arachel@terra.com.br

 

 

 

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