Mario Liani - Numerología Transpersonal - Las Enseñanzas de Kryon
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Última actualización: martes, 23 de agosto de 2011

© Mauricio Liani

O Grupo de Kryon é a denominação que Mario Liani utiliza

para canalizar a amorosa energia de Kryon, a qual não representa uma entidade isolada,

mas um grupo de consciências superiores de ascendência angelical,

que trabalha sem individualidades e com uma sincronia absoluta.

Kryon está sendo canalizado em vários idiomas por diferentes porta-vozes em todo o mundo.

Mario Liani canaliza Kryon na língua espanhola.

 

 

A Metáfora da Lâmpada de Querosene

(mais sobre como dispersar e sustentar a luz)

Canalizado durante Junho 2004

 

© Bárbara ElíasHá pouco tempo, uma querida amiga e eu estávamos conversando sobre a forma de dispersar a Luz ao nosso redor e por que, apesar de sermos Trabalhadores da Luz e de estarmos conectados todo o dia com um mesmo e único propósito, às vezes ocorrem situações em que a nossa própria luz ou a luz que criamos no nosso ambiente, parece não ser uma barreira suficiente para impedir que aconteçam coisas aparentemente negativas ou para que entidades ou formas de pensamento que não nos pertençam se adiram à nós (sobretudo se elas provêm de alguns dos nossos consulentes).

 

Quando respondi à minha amiga, comecei fazendo muito jocosamente, usando uma comparação para fazer com que entendesse o meu ponto de vista... Mas, à medida que as palavras saíam da minha boca, percebi que estava rodeado pela amorosa energia do Grupo de Kryon que, às vezes, honra-me com a sua presença e ensinamentos.

Quando comecei a falar e a expressar o que sentia, já estava fazendo através da sua conhecida forma de expressar ensinamentos, de uma forma muito simples: através do uso de uma parábola.

 

A Metáfora da Lâmpada de Querosene

 

Queridos Anjos Humanos

 

O propósito de dispersar a Luz ao seu redor representa a impecabilidade do ser humano de assumir o seu contrato no nível que lhe corresponde em relação ao seu grupo familiar terreno.

 

Quando vocês assumem este contrato, é recomendável que o façam com toda a intenção que seja possível dedicar ao propósito que escolheram assumir, pois isto poderia determinar uma grande diferença sobre o resultado que esperam obter.

 

Dispersar a Luz individual é parecido com iluminar um ambiente através de uma lâmpada de querosene. Quando se deseja acender a luz de uma lâmpada de querosene, é preciso tomar algumas precauções simples, através das sete fases que serão apresentadas:

 

A primeira de todas é assegurar-se que o depósito de combustível esteja cheio, pois é preciso uma reserva de combustível que proporcione a maior cobertura de luz possível, durante o tempo que for necessário. Isto significa que, para dispersar Luz ao seu redor é necessário possuir o poder de alimentar a chama da combustão espiritual e, para isto, primeiro é necessário se preocupar em encher o depósito com combustível espiritual, em uma medida suficiente e necessária para garantir a sua duração.

 

A segunda fase consiste em assegurar-se que o pavio que será usado já foi introduzido no depósito de combustível, que tenha um comprimento suficiente para se conectar com o nível mais profundo do depósito e que esteja limpo, de forma que possa produzir uma chama clara e estável. Isto significa que o depósito de combustível espiritual deve estar conectado com o propósito de levar a Luz para fora de vocês. O pavio representa o vínculo que une o combustível espiritual acumulado com o propósito de dispersar a Luz ao seu redor.

 

A terceira indicação consiste em ascender o pavio e graduar a intensidade da Luz, até obter uma chama estável que proporcione uma luz clara e uniforme, sem que a chama solte muita fumaça ou que fique tão fraco que pareça estar a ponto de apagar. Isto significa que o propósito de dispersar a Luz deve ser claro, firme e equilibrado, evitando cair em extremos: a insegurança ou a falta de confiança nas próprias capacidades ou, ao contrário, um excesso de confiança, ou, ainda, uma atitude de alarme e de espanto, procurando chamar a atenção com o que se procura fazer ou demonstrar... o que, no fim, produziria, talvez, “muita fumaça e pouco fogo”.

 

A quarta sugestão consiste em procurar, dentro da moradia ou do ambiente, um lugar alto onde a lâmpada possa ser colocada para que ela cumpra a sua função: proporcionar luz ou iluminar a maior quantidade de espaço possível, procurando não deixar muitos cantos escuros. Geralmente, este lugar apropriado é no centro da moradia, na parte mais elevada possível. Isto estabelece a necessidade do humano procurar o seu centro e, de um elevado ponto de equilíbrio, projetar com naturalidade a sua Luz, deliberadamente, para que esta Luz ilumine ao seu redor, tanto quanto seja necessário.

 

A quinta fase destaca a necessidade de que o humano observe qual é a atividade que ocorre ao seu redor. É possível que o nosso humano perceba que, em um lado da sua habitação, esteja se desenvolvendo uma atividade onde faz falta uma iluminação maior, a fim de ver melhor e em detalhe o que está acontecendo. O seu dever consistiria, então, em levar a sua lâmpada de querosene para este canto, a fim de contribuir para que a atividade se realize com maior clareza. Isto demonstra a importância do humano estar atento ao que ocorre ao seu redor, observando, principalmente, onde se requer que a Luz seja levada, para ajudar outros a perceber melhor...

 

A sexta indicação se refere à forma como a Luz pode ser levada para o canto escuro. É provável que uma atividade não muito evidente ou chamativa esteja se desenvolvendo neste canto, onde não é preciso que se chegue intempestivamente e que se coloque a lâmpada, de supetão, no meio da cena. Talvez seja necessário aproximar-se com suavidade e delicadeza, pois, talvez, as pessoas que estejam no canto não tenham pedido para iluminar o seu cenário: talvez elas desejam permanecer na penumbra, ou apenas poderiam desejar obter um pouco mais de claridade, de um perímetro afastado. Isto caracteriza a necessidade do humano aprender a se aproximar dos lugares onde a Luz pode parecer escassa ou deficiente, fazendo isto com precaução, com a sutil intenção de desenvolver a Luz de longe, indiretamente, como por descuido, para não perturbar ou interferir nas ações que estejam se desenvolvendo, pois, afinal de contas, o livre arbítrio dos demais deve ser respeitado.

 

A sétima fase se refere ao momento em que as pessoas, que estão no canto pouco iluminado, começam a perceber a aproximação de alguém que traz um pouco mais de luz para o seu cenário. Neste momento, é muito provável que percebam que estavam na escuridão e, por isto, distinguiam muito pouco o que acontecia ao seu redor. Agora, eles entendem que alguém se aproxima trazendo mais luz e, portanto, chamam-na: “Ei, aproxima um pouco mais esta lâmpada, pois está fazendo falta para enxergarmos melhor!”. Este aspecto está relacionado com o momento em que o humano deveria estar pronto para reconhecer quando lhe é propiciado o melhor momento para se aproximar de um cenário sem interferir muito, pois foi convidado para desenvolver maior Luz. Agora, todos lhe reconhecem como o portador da Lâmpada da Luz e pedem que coloque a sua Luz a serviço dos demais. Esta sétima indicação está vinculada com a responsabilidade que o humano deve ter em manter a Luz quando assumiu o compromisso de ser o seu portador e difusor.

 

Aquele que cuida da lâmpada tem a obrigação de cuidar para que o depósito de combustível esteja sempre cheio e de estar controlando periodicamente o pavio, elevando a chama quando esta começar a decair ou quando ameaçar a apagar. É um trabalho de manutenção tão importante quanto as fases que foram descritas anteriormente, pois os outros humanos presentes na moradia entenderam que esta pessoa cuida da Luz do lar, pois ela convive na moradia com os demais e entende que a sua Luz lhe é útil para ver e também para ajudar os outros a verem-na. Este último item representa a intenção do humano em se responsabilizar por si mesmo e em manter tudo aquilo pelo qual tem trabalhado até o presente. Manter as condições, para que a sua Luz brilhe para si e para os outros, consiste em um propósito único, pois tudo está conectado.

 

Finalmente, o humano desta metáfora aprendeu:

 

Que ele é como uma espécie de lâmpada repleta de combustível espiritual, que só ele pode produzir, reproduzir e acumular.

 

Que o pavio desta lâmpada representa o propósito ou a intenção que ele manifesta de dispersar a Luz ao seu redor, para si mesmo, principalmente, e depois para os demais, indiretamente.

 

Que é necessário cuidar a forma como se dispersa a Luz, procurando evitar interferir no livre arbítrio dos demais.

 

Que as próprias condições do ambiente exigirão a presença da sua Luz, a qual será solicitada apenas quando outros a vislumbrarem, pois, ao perceber a sua falta, eles sentirão a necessidade de possuí-la e de desfrutá-la.

 

Que ele deve cuidar a sua intenção e propósito, para conseguir que a sua lâmpada sempre esteja operante e para que os demais saibam que ele porta uma lâmpada que sempre está preparada para iluminar o caminho dos demais, em caso de necessidade.

 

E assim é.

 

Kryon

Canalizado por Mario Liani

 

Há plena e total autorização para fazer circular livremente o texto acima impresso ("A Metáfora da Lâmpada de Querosene" - Kryon canalizado por Mario Liani - Junho 2004), sempre que seja enviado ou publicado integralmente, sem edição e com os respectivos créditos de autoria. Lembramos amavelmente que o único interesse perseguido com a divulgação pública deste e de outros textos similares é a transmissão de conhecimento e a elevação da consciência. Portanto, não se autoriza a divulgação do texto citado para fins meramente econômicos sem consulta prévia ao canalizador.

Traducción del español al portugués de Brasil:

Ana Cristina Moraes Warpechowski - awarp@terra.com.br

 

Revisión y edición:

Ana Rachel Salgado - arachel@terra.com.br

 

 

 

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